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O mexilhão dourado nos tanques-rede das pisciculturas das Regiões Sudeste e Centro-Oeste

Por: Marcia D. Oliveira, Daercy M. R. Ayroza, Daniela Castellani, Mônica de C.S. Campos e Maria Cristina Dreher Mansur
Nos últimos anos, a infestação do mexilhão dourado Limnoperna fortunei nas pisciculturas em tanques-rede das Regiões Sudeste e Centro-Oeste, mais particularmente nas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, tem promovido impactos ambientais e econômicos que desestimulam a implantação de novos empreendimentos. Segundo os produtores do Vale do Paranapanema, em São Paulo, a invasão desse molusco na piscicultura aumenta os custos de produção em cerca de 15%. Este artigo resume o comportamento do mexilhão dourado e apresenta recomendações de manejo para a redução da infestação desta espécie.


Na primeira parte dessa matéria escrita por Fernando Kubitza, publicada na edição anterior (Nº 144), foi discutido o conceito de biomassa segura e econômica, bem como o impacto da alimentação sobre a qualidade da água e desempenho dos peixes criados em viveiros e açudes. Nesta que é a segunda parte, são discutidos alguns fundamentos e estratégias de produção que contribuem para o aumento na capacidade de produção de peixes em viveiros e açudes. Entre os temas abordados, o leitor encontrará o planejamento da produção em duas ou mais fases; estratégias para múltiplas colheitas em um mesmo viveiro; a otimização do uso da aeração suplementar; a necessidade do uso de ração de alta qualidade; o controle do fitoplâncton com plantas aquáticas ou pela turbidez por argila, e muito mais.


A importação de pescado do Vietnã, que tem no panga seu carro chefe, popularizou este peixe no Brasil. Hoje o panga é bastante conhecido nas grandes cidades, sendo comercializado sem restrições. Com isso, cada vez mais, tem caído no gosto dos consumidores. A grande novidade trazida por João Scorvo no artigo desta edição, foi a notícia de que o panga já está sendo cultivado em viveiros escavados com derivação por uma empresa no interior do Estado de São Paulo. Ao entrevistar um dos proprietários da empresa, Scorvo revela não apenas as razões que o levaram a criar o panga, um peixe exótico e com alguma restrição no Brasil, como também os índices zootécnicos encontrados, e muito mais.


Na edição de número 143 (maio/junho), comemorativa de seus 25 anos, a Revista Panorama da Aquicultura publicou uma matéria mostrando como a Camanor conseguiu se reinventar para superar os impactos causados pelo vírus da Mancha Branca, com a criação de um novo conceito de produção denominado AquaScience®. Neste artigo, Luiz Henrique Peregrino, Superintendente da empresa, comenta como foi possível obter as 32,8 ton./hectare obtidas neste mês de outubro, ultrapassando em muito as 23 ton./hectare obtidas em abril passado. Neste artigo Peregrino fala ainda dos vários aspectos que foram fundamentais para se chegar a estes surpreendentes resultados, obtidos com presença do vírus da Manha Branca.


Antibióticos na Aquicultura: critérios para o uso racional

Por: Santiago Benites de Paula e Roney Nogueira de Menezes Filho
Antibióticos e antimicrobianos são fármacos usualmente indicados para o controle das infecções bacterianas. Os “antibióticos” são naturalmente produzidos por organismos vivos, geralmente fungos e bactérias filamentosas, como no caso da oxitetraciclina, produzida pela bactéria actinomiceto Streptomyces rimosus. Já os “antimicrobianos” são fármacos com ação contra bactérias, porém, produzidos sinteticamente em laboratórios, como no caso do florfenicol. Este artigo aborda a antibioticoterapia na aquicultura brasileira, com o objetivo de fornecer informações técnicas para tomada de decisão no momento de optar pelo uso destes produtos, bem como são abordadas algumas medidas alternativas a estes fármacos, como ações preventivas.


Melhoramento genético para resistência a doenças em organismos aquáticos

Por Sergio Zimmermann, Alexandre W. S. Hilsdorf, Heden L. M. Moreira
Para a maioria das espécies zootécnicas, as principais características de grande importância econômica como a taxa de crescimento, eficiência de conversão alimentar, rendimento de filés e qualidade da carne, estão entre as que mais atraem a atenção de melhoristas e produtores. Mas a maioria das unidades de produção são formada por produtores que utilizam sistemas extensivos e semi-intensivos cujas variáveis ambientais muitas vezes não são adequadamente controladas pelo produtor. Desta forma, para tais sistemas de produção é importante que os alevinos, além de apresentarem características genéticas para um melhor desempenho, também sejam resistentes a doenças e a manejo mais estressantes. Este artigo aborda o tema da resistência a doenças, uma característica muito importante e ainda pouco utilizada na maioria dos programas de melhoramento de organismos aquáticos.


A importância da extensão técnica na aquicultura da América Latina

Por Alejandro Flores Nava e Rui Donizete Teixeira
A aquicultura na América Latina é representada por dois segmentos bem diferenciados no seu nível de desenvolvimento: o segmento industrial, com poucas empresas que utilizam alta tecnologia e que produzem quase 80% da produção regional, geralmente direcionada à exportação; e outro segmento constituído por mais de 250 mil pequenas unidades de produção, com tecnologia básica e poucos investimentos. Este fato evidencia que há ainda, nesses países, a dependência de uma assistência técnica pública, geralmente realizada pelos órgãos de extensão técnica rural, uma vez que a maioria dos pequenos empreendimentos aquícolas não consegue viabilizar economicamente a contratação de técnicos. Esse artigo aborda a situação atual da América Latina, com comentários sobre diversos países, inclusive o Brasil.

 
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