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Leia Nesta Edição

A mecanização do processo produtivo é algo comum em outras atividades de produção de alimento. Na aquicultura, com o desenvolvimento das rações secas (8-12% de umidade), surgiram sistemas mecanizados de alimentação que permitem múltiplas refeições ao dia. Na salmonicultura, do alevino até o peso de comercialização do peixe, a ração é frequentemente distribuída de forma automatizada.. Na aquicultura tropical, embora exista a mecanização de alguns processos produtivos (e.g., preparação do solo, despesca), a atividade ainda carece de uma mecanização na alimentação, seja devido ao desconhecimento quanto aos benefícios ou devido ao pouco acesso a equipamentos. O presente artigo objetiva descrever alguns dos processos de mecanização na alimentação de peixes e camarões que vem sendo adotados no Brasil e em outros países visando melhorar a eficiência produtiva e a modernização das unidades de cultivo.


No Brasil muita gente recria e engorda peixes em açudes e viveiros construídos no solo sem revestimento. Nesses ambientes, a “capacidade segura” de produção de peixes depende, principalmente, da quantidade de ração que pode ser aplicada diariamente sem comprometer a qualidade da água. O oxigênio é o primeiro fator que limita a capacidade de produção nesses ambientes já que os peixes expostos ao baixo oxigênio crescem devagar, convertem pior o alimento, ficam mais susceptíveis às doenças e até param de crescer. Produzir peixes em açudes e viveiros sem monitorar a qualidade da água, especialmente o oxigênio, é como dirigir um carro numa noite de nevoeiro e chuva: não se vê nada e uma hora acontece uma tragédia. Nesse artigo Fernando Kubitza retorna a discussão sobre biomassa econômica e segura, controle do oxigênio e estratégias para otimizar a produção de peixes em viveiros e açudes. Como o assunto é extenso, na primeira parte, publicada nessa edição, são tratados os fundamentos considerados essenciais pelo autor, e que todo piscicultor deveria compreender e aplicar.


Endogamia: o que é e como controlá-la

Por: Rilke Tadeu Fonseca de Freitas, Alexandre W.S. Hilsdorf, Antônio C. S. Gonçalves e Heden L. M. Moreira
A genética tem exercido um papel fundamental na geração de genótipos mais produtivos, e isso tem impactado a produção de alimentos com aumentos significativos de produtividade. Os programas de melhoramento genético objetivam um plantel formado por animais superiores nas características de interesse zootécnico (ou comercial). As diferentes metodologias de seleção, ao mesmo tempo em que produzem progênies com maior ganho de peso, melhoria na conversão alimentar, resistência a patógenos e aumento na produção de seus derivados, levam a homogeneização genética dos plantéis e a populações com menos variabilidade genética. Em geral, animais de genética superior apresentam semelhanças produtivas e provavelmente carregam genes em comum. Como consequência, os animais selecionados podem ser aparentados e o alto grau de parentesco, denominado endogamia, pode comprometer a qualidade do plantel. No presente artigo este importante fenômeno genético é discutido mais aprofundadamente.


O Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura (Compesca) se reuniu em 15 de agosto na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP, na capital paulista, para o Seminário “Meios de Financiamento para a Pesca e Aquicultura”. No evento, coordenado por Roberto Imai e Helcio Honda, foram apresentados e discutidos diversos temas ligados ao crédito aquícola e pesqueiro e apresentadas as potenciais linhas de apoio à área. Neste artigo, João Scorvo, pesquisador da APTA Regional do Leste Paulista, também presente ao evento, faz um sumário das apresentações feitas pelas especialistas convidados.


Durante o último ano muitas evidências surgiram para confirmar o fato de que uma linhagem específica do Vibrio parahaemolyticus é a responsável pelo atual surto da síndrome da mortalidade precoce (EMS) ou mais precisamente doença da necrose hepatopancreática aguda (AHPND). Foi uma surpresa saber que essa doença é provocada por uma espécie bacteriana comum e bem estudada por décadas na carcinicultura. Por mais de 40 anos, Vibrionaceae tem sido consistentemente identificada como uma das famílias dominantes na flora intestinal natural de camarões peneídeos selvagens e de cultivo. Os tipos de toxinas ou a forma como os genes são transmitidos entre víbrios e como eles causam sinais clínicos, são temas que têm sido descritos extensivamente para humanos e camarões. Na verdade várias publicações já relataram sobre necrose das células do hepatopâncreas e das células do intestino médio dos camarões provocada por vibrios toxigênicos isolados de camarões, sobretudo V. harveyi. Desta maneira, nós devemos nos perguntar se a descoberta da recente EMS/AHPND realmente representa um caso totalmente novo, ou se este patógeno segue um conceito clássico como foi relatado no passado. A correta identificação do agente causador de acordo com padrões modernos e a natureza do fator de virulência (toxina provável) irão responder a esta questão. Leia mais...


Aditivo nutricional aumenta o índice de sobrevivência e diminui parasitismo em tilápia durante a fase de masculinização

Por: Santiago Benites de Pádua, Roney Nogueira de Menezes Filho, Marco Antônio de Andrade Belo e Mariana Midori Nagata
Ectoparasitos são importantes agentes responsáveis por causarem doenças em peixes de criação em todo o mundo, sendo a tilápia do Nilo uma das espécies mais susceptíveis à infestação por ciliados tricodinídeos e vermes monogenéticos. Estes agentes são os principais parasitos que impactam a tilapicultura super-intensiva, embora outros ectoparasitos possam estar envolvidos, tais como Epistylis, Apiosoma, Chilodonella, Ichthyophthirius, Ichthyobodo, Cryptobia e Piscinoodinium. As ectoparasitoses tradicionalmente são responsáveis por ocasionar lesões sobre a pele e brânquia dos animais, que por sua vez tornam-se vias de fácil acesso para infecção por agentes bacterianos oportunistas, entre estes, destacam-se Streptococcus, Aeromonas, Pseudomonas, Flavobacterium, Acinetobacter e Francisella. Estes agentes bacterianos atuam como as principais causas de mortalidade nas diferentes fases de criação da tilápia, no entanto, para obter maior eficiência no controle e profilaxia destas bacterioses é fundamental realizar o prévio controle das infestações por ectoparasitos. Este artigo avalia o efeito da combinação de aditivos nutricionais naturais, na forma do protudo Aquate FishTM, da Alltech, sobre a incidência de parasitoses, bem como seu efeito sobre os índices produtivos durante a fase de masculinização da tilápia.

 
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